Olá amigos/as leitores e leitoras!

Estamos abrindo um novo espaço no blog as histórias e impressões de nossos pacientes com seus tratamentos. Talvez por meio dos relatos e falas, você leitor/a possa se identificar, tirar uma dúvida e quem sabe, até se sentir amparado/a de alguma maneira. Se você tiver perguntas ou quiser fazer um comentário sobre o depoimento, escreva para nós. Ficaremos muito felizes com seu contato.

Abraços,

Equipe Armus

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Hoje vamos conhecer a história da Cleusa, 68 anos, costureira aposentada.
Exerceu sua profissão durante quase 50 anos. Criou três filhos e hoje
tem três netos.

Cleusa conta que o principal sintoma foi a dor no ombro.  Dor ardente, em pontadas e fisgadas.: “…não lembro exatamente quando e como as dores começaram -, sempre doía depois que eu limpava a minha casa. Tarefas como varrer, passar um pano no chão, tirar poeira e, principalmente, passar roupa provocam muito dor.” Curiosamente, não doía quando costurava (ela atribui isso ao fato de poder descansar os braços na mesa da máquina).

Em termos de amplitude do movimento, ela não conseguia levantar o braço direito – só ia até a altura do ombro. Acabou rompendo o tendão. Cleusa temeu nunca mais poder costurar, cuidar da sua própria casa…

Consultou com Dr. Leonardo Catizani e, através do exame clínico e de imagens, teve o diagnóstico: rotura do manguito rotador.  O tratamento tinha de ser cirúrgico. O especialista em ombro realizou a artroscopia de ombro.

Cirurgia feita por vídeo, são realizados 3 pequenos cortes de 1 cm cada no ombro, onde são introduzidas uma câmera e as pinças de cirurgia. Com estes instrumentos é feito o reparo da ruptura do tendão do ombro. Visa restaurar o movimento do ombro, acabando com a dor e, ao mesmo tempo, diminuir o risco de desenvolver artrose do ombro.

ilustração rotura de manguito rotador

A costureira relata, “Depois da cirurgia, não sinto mais dor, levanto o braço normalmente, arrumo minha casa, faço de tudo – devagar, porque não sou mais uma jovem.”

Cleusa teve de aprender a fazer as tarefas alternada e moderadamente para não fazer esforço excessivo e repetitivo.

Confessa ela que antes de fazer a cirurgia estava preocupada com o pós-
operatório, mas no fim achou tranquilo. Usou uma tipoia durante 30 dias e, depois disso, fez a fisioterapia “direitinho”.

Conta sorridente:”Sou obediente, fiz tudo que o Dr. Leonardo pediu e hoje estou muito bem.”

Sobre o médico, a aposentada disse, “Com muita paciência tirou minhas dúvidas e me passou muita serenidade antes e depois do procedimento. É um ótimo médico e recomendo!”-completa.

Cleusa Rodrigues, 68 anos

Lesão: Rotura de manguito
Procedimento: artroscopia de ombro